fbpx
Museu do Amanhã – Backup na Nuvem
Sobre o Museu do Amanhã

Inaugurado em 2015, o Museu do Amanhã é um dos primeiros museus no mundo a encarar as possibilidades futuras como objeto de exposição. O Museu oferece uma experiência sensorial aos seus visitantes, com exposições majoritariamente digitais que utilizam tecnologias interativas e recursos visuais, como fotos, ilustrações e vídeos. Além disso, ele também realiza a coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população mundial.

Como o acervo do Museu, em sua maioria, é digital, é necessário criar políticas de backup que garantam a disponibilidade, integridade e confidencialidade dos arquivos. Esses aspectos estão relacionados à segurança e à capacidade de recuperação de dados.

O Desafio

Até então, o backup de todos esses arquivos era feito em fitas magnéticas LTO e armazenado no próprio Museu. Essa abordagem não é a mais recomendada porque em caso de desastres naturais, por exemplo, o lugar onde os arquivos estão armazenados primariamente, o servidor, e o backup ficam ambos comprometidos.

Ao optar por um backup na nuvem, para garantir a continuidade de seus negócios, o Museu tinha como desafio realizar a transferência inicial de 20 TB de dados. Foi verificado que o carregamento desses dados, através do link do Museu com a internet, levaria 30 dias e prejudicaria a conectividade dos profissionais do Museu.

Além disso, depois da transferência de dados, seria importante manter os arquivos e os snapshots das VMs sincronizados com a nuvem, com uma rotina de testes automatizada para garantir a sua integridade.

A Solução

A Solvimm propôs o uso do AWS Snowball, uma solução para transporte de grandes quantidades de dados para dentro e fora da nuvem da AWS, que não requer conectividade com a internet.

Com os arquivos transferidos para nuvem da AWS, optou-se por utilizar o Amazon S3 para armazenar os arquivos e snapshots com alta durabilidade. O S3 foi configurado com regras de ciclo de vida, que seleciona e envia os arquivos não utilizados para o Amazon Glacier. Este último é um serviço de armazenamento de baixo custo, ideal para arquivos pouco acessados.

Para realizar a rotina de testes mensais automatizados, foi utilizado o AWS Lambda, que seleciona arquivos aleatoriamente e valida a sua integridade. O Lambda é um serviço serverless, em que a infraestrutura não requer gerenciamento, e cujo custo é calculado pelas chamadas realizadas.

O Resultado

Com a utilização do Snowball, o processo de carregamento de arquivos e snapshots das VMs foi significantemente mais rápido que através do link com a internet. O tempo foi reduzido de 30 dias para menos de 10 dias. Isso foi feito sem a interrupção das atividades dos funcionários do Museu.

Além disso, a garantia da durabilidade dos arquivos é de 99,999999999% com o uso do S3 e Glacier, que ainda apresentam um custo baixo. O valor do investimento necessário para realizar o backup na nuvem foi 7 vezes menor que o valor necessário para uma solução de armazenamento on-premises, levando em consideração os custos de posse e manutenção do equipamento necessário. Essa comparação foi feita com base nos gastos para utilização do AWS Glacier nos primeiros 3 anos.

A relação Museu do Amanhã e Solvimm sempre ocorreu de forma sublime e, no que tange ao grau técnico, a mesma sempre superou as expectativas, respeitando prazos, cumprimento de metas estabelecidas e sinergia. Fatores aos quais foram primordiais para que o projeto tivesse alcançado seu sucesso.

 

Eduardo Scaldaferri, Analista de Tecnologia e Infraestrutura do Museu do Amanhã.

Entre em Contato

Se tiver interesse em saber como a Solvimm pode ajudar a solucionar desafios, entre em contato conosco e converse com os nossos especialistas.